quarta-feira, 19 de setembro de 2012

DISINTEREST IN CLASSROOM

Disinterest in CLASSROOM




For Valdemir Mota de Menezes





A crucial point is that in my view: The student felt the need to solve a problem. The lack of interest in class has been one of the serious problems facing teachers and educators who seek magic formulas, teaching strategies and every possible device to excite students to study. Some methods are better than others, some are more attractive and other boring, but if the student does not feel the need to learn, the teacher arrives at your limit, after all, the teachers think, "Why I'm staying with a consuming student who want nothing, instead of investing in my forces that really want to learn??

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

GINCANA ESCOLAR

Gincana escolar na Escola Vila Mirim de Praia Grande/SP/Brasil, onde o professor de História Valdemir Mota de Menezes participou como jurado. Pequeno vídeo da aparesentação das turmas.
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segunda-feira, 13 de agosto de 2012

PROFESSOR ASSASSINADO POR ALUNO

 Como professor da rede pública municipal sei como os alunos que desrespeita-me em sala de aula, causando-me vexame diante da classe, estão cada vez mais propensos a fazerem barbárie como fizeram com o professor Kássio Vinicius. (Professor Valdemir Mota de Menezes, o Escriba)

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(Eu acuso !)
(Tributo ao professor Kássio Vinícius Castro Gomes)
« Mon devoir est de parler, je ne veux pas être complice. (Émile Zola)
Meu dever é falar, não quero ser cúmplice. (...) (Émile Zola)
Foi uma tragédia fartamente anunciada. Em milhares de casos, desrespeito. Em outros tantos, escárnio. Em Belo Horizonte, um estudante processa a escola e o professor que lhe deu notas baixas, alegando que teve danos morais ao ter que virar noites estudando para a prova subsequente. (Notem bem: o alegado “dano moral” do estudante foi ter que... estudar!).
A coisa não fica apenas por aí. Pelo Brasil afora, ameaças constantes. Ainda neste ano, uma professora brutalmente espancada por um aluno. O ápice desta escalada macabra não poderia ser outro.
O professor Kássio Vinícius Castro Gomes pagou com sua vida, com seu futuro, com o futuro de sua esposa e filhas, com as lágrimas eternas de sua mãe, pela irresponsabilidade que há muito vem tomando conta dos ambientes escolares.
Há uma lógica perversa por trás dessa asquerosa escalada. A promoção do desrespeito aos valores, ao bom senso, às regras de bem viver e à autoridade foi elevada a método de ensino e imperativo de convivência supostamente democrática.
No início, foi o maio de 68, em Paris: gritava-se nas ruas que “era proibido proibir”. Depois, a geração do “não bate, que traumatiza”. A coisa continuou: “Não reprove, que atrapalha”. Não dê provas difíceis, pois “temos que respeitar o perfil dos nossos alunos”. Aliás, “prova não prova nada”. Deixe o aluno “construir seu conhecimento.” Não vamos avaliar o aluno. Pensando bem, “é o aluno que vai avaliar o professor”. Afinal de contas, ele está pagando...
E como a estupidez humana não tem limite, a avacalhação geral epidêmica, travestida de “novo paradigma” (Irc!), prosseguiu a todo vapor, em vários setores: “o bandido é vítima da sociedade”, “temos que mudar ‘tudo isso que está aí’; “mais importante que ter conhecimento é ser ‘crítico’.”
Claro que a intelectualidade rasa de pedagogos de panfleto e burocratas carreiristas ganhou um imenso impulso com a mercantilização desabrida do ensino: agora, o discurso anti-disciplina é anabolizado pela lógica doentia e desonesta da paparicação ao aluno – cliente...
Estamos criando gerações em que uma parcela considerável de nossos cidadãos é composta de adultos mimados, despreparados para os problemas, decepções e desafios da vida, incapazes de lidar com conflitos e, pior, dotados de uma delirante certeza de que “o mundo lhes deve algo”.
Um desses jovens, revoltado com suas notas baixas, cravou uma faca com dezoito centímetros de lâmina, bem no coração de um professor. Tirou-lhe tudo o que tinha e tudo o que poderia vir a ter, sentir, amar.
Ao assassino, corretamente , deverão ser concedidos todos os direitos que a lei prevê: o direito ao tratamento humano, o direito à ampla defesa, o direito de não ser condenado em pena maior do que a prevista em lei. Tudo isso, e muito mais, fará parte do devido processo legal, que se iniciará com a denúncia, a ser apresentada pelo Ministério Público. A acusação penal ao autor do homicídio covarde virá do promotor de justiça. Mas, com a licença devida ao célebre texto de Emile Zola, EU ACUSO tantos outros que estão por trás do cabo da faca:
EU ACUSO a pedagogia ideologizada, que pretende relativizar tudo e todos, equiparando certo ao errado e vice-versa;
EU ACUSO os pseudo-intelectuais de panfleto, que romantizam a “revolta dos oprimidos”e justificam a violência por parte daqueles que se sentem vítimas;
EU ACUSO os burocratas da educação e suas cartilhas do politicamente correto, que impedem a escola de constar faltas graves no histórico escolar, mesmo de alunos criminosos, deixando-os livres para tumultuar e cometer crimes em outras escolas;
EU ACUSO a hipocrisia de exigir professores com mestrado e doutorado, muitos dos quais, no dia a dia, serão pressionados a dar provas bem tranqüilas, provas de mentirinha, para “adequar a avaliação ao perfil dos alunos”;
EU ACUSO os últimos tantos Ministros da Educação, que em nome de estatísticas hipócritas e interesses privados, permitiram a proliferação de cursos superiores completamente sem condições, freqüentados por alunos igualmente sem condições de ali estar;
EU ACUSO a mercantilização cretina do ensino, a venda de diplomas e títulos sem o mínimo de interesse e de responsabilidade com o conteúdo e formação dos alunos, bem como de suas futuras missões na sociedade;
EU ACUSO a lógica doentia e hipócrita do aluno-cliente, cada vez menos exigido e cada vez mais paparicado e enganado, o qual, finge que não sabe que, para a escola que lhe paparica, seu boleto hoje vale muito mais do que seu sucesso e sua felicidade amanhã;
EU ACUSO a hipocrisia das escolas que jamais reprovam seus alunos, as quais formam analfabetos funcionais só para maquiar estatísticas do IDH e dizer ao mundo que o número de alunos com segundo grau completo cresceu “tantos por cento”;
EU ACUSO os que aplaudem tais escolas e ainda trabalham pela massificação do ensino superior, sem entender que o aluno que ali chega deve ter o mínimo de preparo civilizacional, intelectual e moral, pois estamos chegando ao tempo no qual o aluno “terá direito” de se tornar médico ou advogado sem sequer saber escrever, tudo para o desespero de seus futuros clientes-cobaia;
EU ACUSO os que agora falam em promover um “novo paradigma”, uma “ nova cultura de paz”, pois o que se deve promover é a boa e VELHA cultura da “vergonha na cara”, do respeito às normas, à autoridade e do respeito ao ambiente universitário como um ambiente de busca do conhecimento;
EU ACUSO os “cabeça – boa” que acham e ensinam que disciplina é “careta”, que respeito às normas é coisa de velho decrépito,
EU ACUSO os métodos de avaliação de professores, que se tornaram templos de vendilhões, nos quais votos são comprados e vendidos em troca de piadinhas, sorrisos e notas fáceis;
EU ACUSO os alunos que protestam contra a impunidade dos políticos, mas gabam-se de colar nas provas, assim como ACUSO os professores que, vendo tais alunos colarem, não têm coragem de aplicar a devida punição.
EU VEEMENTEMENTE ACUSO os diretores e coordenadores que impedem os professores de punir os alunos que colam, ou pretendem que os professores sejam “promoters” de seus cursos;
EU ACUSO os diretores e coordenadores que toleram condutas desrespeitosas de alunos contra professores e funcionários, pois sua omissão quanto aos pequenos incidentes é diretamente responsável pela ocorrência dos incidentes maiores;
Uma multidão de filhos tiranos que se tornam alunos -clientes, serão despejados na vida como adultos eternamente infantilizados e totalmente despreparados, tanto tecnicamente para o exercício da profissão, quanto pessoalmente para os conflitos, desafios e decepções do dia a dia.
Ensimesmados em seus delírios de perseguição ou de grandeza, estes jovens mostram cada vez menos preparo na delicada e essencial arte que é lidar com aquele ser complexo e imprevisível que podemos chamar de “o outro”.
A infantilização eterna cria a seguinte e horrenda lógica, hoje na cabeça de muitas crianças em corpo de adulto: “Se eu tiro nota baixa, a culpa é do professor. Se não tenho dinheiro, a culpa é do patrão. Se me drogo, a culpa é dos meus pais. Se furto, roubo, mato, a culpa é do sistema. Eu, sou apenas uma vítima. Uma eterna vítima. O opressor é você, que trabalha, paga suas contas em dia e vive sua vida. Minhas coisas não saíram como eu queria. Estou com muita raiva. Quando eu era criança, eu batia os pés no chão. Mas agora, fisicamente, eu cresci. Portanto, você pode ser o próximo.”
Qualquer um de nós pode ser o próximo, por qualquer motivo. Em qualquer lugar, dentro ou fora das escolas. A facada ignóbil no professor Kássio dói no peito de todos nós. Que a sua morte não seja em vão. É hora de repensarmos a educação brasileira e abrirmos mão dos modismos e invencionices. A melhor “nova cultura de paz” que podemos adotar nas escolas e universidades é fazermos as pazes com os bons e velhos conceitos de seriedade, responsabilidade, disciplina e estudo de verdade.
Igor Pantuzza Wildmann
Advogado – Doutor em Direito. Professor universitário

terça-feira, 31 de julho de 2012

AULAS PELIGROSAS

Soy un profesor de historia de los estudiantes de primaria para el octavo año y el nuevo en la escuela pública en la ciudad de Praia Grande, y reconocer que la violencia estudiantil va en aumento y que la culpa debe ser compartida entre los padres, el gobierno, el propio estudiante, los los medios de comunicación y el espíritu de la época, además de las fuerzas del mal cuando se acercan al final de los tiempos, tendrá más libertad para operar entre los hombres (Scribe comentario Valdemir Mota de Menezes)







terça-feira, 5 de junho de 2012

PARÂMETROS CURRICULARES DE HISTÓRIA


1 Os Parâmetros Curriculares Nacionais/PCNs de História
1 Os Parâmetros Curriculares Nacionais/PCNs de História
A elaboração dos Parâmetros Curriculares Nacionais:


O final da ditadura militar no Brasil, em 1985, desencadeou uma série de mudanças que se fizeram  sentir nos mais diferentes setores da sociedade. A primeira e mais importante delas foi a discussão e a promulgação da nova Constituição, denominada "Constituição Cidadã" por ampliar os direitos sociais, os denominados direitos de cidadania. Dentre eles, situa-se o direito à educação regulamentada como direito de todos e de responsabilidade do Estado brasileiro. Vale a pena você consultar a atual Constituição e ler o Capítulo III, Seção I, artigos de nº 205 a 214, e verificar o que a Constituição regulamenta para a educação.

No processo de redemocratização entrou também na pauta de discussão nacional a elaboração de uma nova lei de diretrizes e bases para a educação brasileira e, após quase dez anos de discussões e diferentes anteprojetos, foi aprovado o Projeto de autoria de Darcy Ribeiro que resultou na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, a L.D.B. nº 9394, sancionada em 1996.  Em consonância com o disposto na atual L.D.B foram aprovadas as Diretrizes Curriculares Nacionais, as D.C.Ns,  para os diferentes níveis da educação básica e, após a publicação delas,  o Ministério da Educação, o MEC, convidou uma equipe de especialistas de diferentes áreas para a elaboração de Parâmetros Curriculares Nacionais, orientações didáticas dirigidas aos professores como subsídios para a prática docente.


ENADE



Alô professores e colegas,
Estava dando uma pesquisada sobre o ENADE e estava vendo que o mesmo é aplicado desde 2004. Este Exame Nacional serve para avaliar o desempenho dos alunos ingressantes e concluintes dos cursos de graduação. A estimativa é que 400 mil alunos farão a prova em novembro de 2011. A inscrição dos alunos que submeter-se-ão a prova é de responsabilidade da instituição de ensino em que o estudante está matriculado.

Em 2011 os alunos dos cursos abaixo alistados deverão fazer a prova do ENADE:
  • Arquitetura e urbanismo
  • Engenharia
  • Biologia (bacharelado e licenciatura)
  • Ciências Sociais (bacharelado e licenciatura)
  • Computação (bacharelado e licenciatura)
  • Filosofia (bacharelado e licenciatura)
  • Física (bacharelado e licenciatura)
  • Geografia (bacharelado e licenciatura)
  • História (bacharelado e licenciatura)
  • Letras (bacharelado e licenciatura)
  • Matemática (bacharelado e licenciatura)
  • Química (bacharelado e licenciatura)
  • Pedagogia (licenciatura)
  • Educação Física (licenciatura)
  • Artes Visuais (licenciatura)
  • Música (licenciatura).
e os alunos dos cursos tecnólogos em:
  • Alimentos
  • Construção de Edifícios
  • Automação industrial
  • Gestão da produção industrial
  • Manutenção industrial
  • Processos químicos
  • Fabricação mecânica
  • Análise e desenvolvimento de sistemas
  • Redes de computadores
  • Saneamento ambiental.
O Enade serve para também se avaliar a Universidade, portanto o aluno ao fazer a prova esta representando a Universidade na qual se matriculou para conquistar o Diploma de Curso Superior. Com os resultados das provas, é elaborado uma lista com   o rank das universidades que tiveram o melhor desempenho nacional. O aluno que não tem bom desempenho prejudica a si mesmo e a instituição que o aceitou como aluno. Podemos assim dizer que uma Universidade  também é representada pelos seus alunos, e não somente pela sua reitoria e corpo docente.

Quem se aplica na prova do ENADE não está lutando pela Universidade junto aos órgão públicos, está acima de tudo respeitando o seu diploma. Quem deseja ler o Manual de 2010 do ENADE pode acessar a página na WEB: http://enadepucrs.uni5.net/enadepucrs/enade_geral/manual-do-enade/


Um dos últimos resultados do ENADE mostrou um resultado alarmante, o nível dos alunos que entram na Universidade é melhor dos que o nível dos que estão se formando. Isso para mim reflete uma tendência de libertinagem por partes dos universitários. Muitos acabam de completar a maioridade e priorizam mais a liberdade do que a responsabilidade. Vão para a Universidade mais pelas amizades, e pelas festinhas do que no intuito genuíno de aprender.

As Universidades perderam a força de coagir os alunos a terem bons desempenhos, pois logo os "barraqueiros" ameaçam deixar a Universidade e se transferir para outra instituição. O desmantelamento da família, e o entretenimento da TV é causa de muitos pais não acompanharem o desempenho dos filhos da Universidade, pois estes agora se acham "donos do seu próprio nariz".


Aqui concluo com uma questão reflexiva e que cada colega deve responder para si mesmo: Você está em busca de Diploma ou de conhecimento???

Saudações


Valdemir Mota de Menezes.


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REFERÊNCIAS

http://portal.mec.gov.br/index.php?Itemid=313&id=181&option=
com_content&view=article

http://educacao.uol.com.br/enade/

http://www.ulbra.br/enade/

http://enadepucrs.uni5.net/enadepucrs/

http://enadepucrs.uni5.net/enadepucrs/enade_geral/manual-do-enade/
www.schwartzman.org.br/simon/enade.pdf

TEORIA E PRÁTICA NO FAZER PEDAGÓGICO




Por Valdemir Mota de Menezes 
Falando de Teoria e prática no sentido do fazer pedagógico, quero mais uma vez mostra que estou na contra-mão da teoria vigente nos nossos dias que tem como um dos baluartes, o senhor Paulo Freire e companhia. Esta nova pedagogia democrática, de ensino-aprendizagem, de relação de igualdade entre professor e aluno é uma teoria bonita para se ler, mas na prática, no exercício da profissão de professor em periferias de grandes centros urbanos, esta teoria aniquilou com a educação, porque os professores simplesmente perderam o controle da sala de aula. Somente restaurando a hierarquia e o pulso forte é que a Ordem e o Progresso encontrará seu caminho. Considero-me anacrônico, porque minhas idéias são incompatíveis com a minha geração. Mas meus olhos vêm todos os dias que esta nova metodologia  pedagógica de "ouvir" e dá liberdade aos alunos de se expressarem e outras falácias, são imprestáveis para educar e corrigir a juventude. Na prática, a teoria é outra.