“Tanto a linguagem oral quanto a escrita são fundamentais na escola. No entanto, nas nossas escolas e principalmente naquelas que atendem crianças oriundas das camadas sociais desprivilegiadas da nossa população, há uma exigência de que estas crianças falem e escrevam de acordo com a linguagem tida como “culta”, utilizada por grupos sociais das camadas privilegiadas, estigmatizando e reprimindo outras variações de linguagem utilizadas por estas crianças. Este é um importante fator que, segundo várias pesquisas, tem demonstrado ser contribuinte do chamado fracasso escolar.”
O texto acima foi extraído da lição 25 do Curso de História, na disciplina de Psicologia da Educação da Unimes Virtual. Não posso deixar de discordar deste pensamento que atribui o fracasso escolar a exigência dos alunos se adequarem a linguagem culta.
Acredito que a escola deve nivelar os alunos com uma educação igualitária tanto para ricos como para pobres, porque se este trabalho não for feito na base, desde a tenra idade, depois, quando adulto, a lacuna entre os alunos de boa formação educacional e os que se expressam de acordo com suas classes desprivilegiadas será tão abismal que os efeitos serão sentidos no mercado de trabalho, onde os menos aptos e preparados ficaram de fora da melhor fatia do mercado profissional.
Os alunos das classes sociais desfavorecidas devem aprender a se expressar corretamente conforme as normas cultas, porque o mercado de trabalho não terá compaixão dos menos aptos e estas “CONVERSINHAS” de que os erros de gramática e linguagem é questão cultural é balela.
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