terça-feira, 16 de outubro de 2012

JOVEM SE MATA ERA HOMOSSEXUAL E VÍTIMA DE BULLING





JOVEM SE MATA ERA HOMOSSEXUAL E VÍTIMA DE BULLING


  1. O homossexualismo é algo feio, antinatural e ninguém com consciência pura pode aprovar este desvio físico-psíquico-espiritual. Tanto é que para muitos homossexuais eles são condenados primeiramente pelas suas próprias consciências. No curso da história incontáveis pessoas suicidaram-se por não aprovarem seus desejos libidinosos. Não quero com isso isentar de culpa os canalhas que nem ajudam o próximo, nem se mantêm neutros (esperando que Deus dará a cada um segundo as suas obras), mas são patifes e sentem prazer em infligir sofrimento no próximo. (Comentário de Valdemir Mota de Menezes, o Escriba)



JOVEM SE MATA ERA HOMOSSEXUAL E VÍTIMA DE BULLYING por Scribeofgodvaldemir

BULLYING TERMINA MAL PARA O AGRESSOR

Este caso aconteceu na Austrália, mas poderia ter acontecido em qualquer lugar do mundo. O agressor do “gordinho” é um estúpido total e incurável. Primeiro, ele levou o que mereceu, um golpe que fraturou sua perna. Tempos depois a TV australiana vai entrevista-lo e ele demonstra que não se mostra arrependido. Merecia outra surra pela entrevista estúpida que deu. Mas quero mesmo parabenizar a Austrália, que não esconde o rosto de infratores, mesmo que sejam menores de idade. No paraíso dos criminosos, o Brasil, menor infrator é tratado quase como uma divindade. (Comentário do Valdemir Mota de Menezes, o Escriba)




BULLYING TERMINA MAL PARA O AGRESSOR por Scribeofgodvaldemir

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

ESCOLA E A PROMOTORIA

A indisciplina na sala de aula é um reflexo da família e da sociedade. Uma crise de autoridade se instalou no mundo ocidental. Hoje ser professor é ser humilhado por pirralhos. (Comentário do Professor Valdemir Mota de Menezes, o Escriba)

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Fonte:
http://www.atribuna.com.br/noticias.asp?idnoticia=169191&idDepartamento=5&idCategoria=0

Dia do professor

Promotor da Infância e da Juventude analisa conflitos das salas de aula

Maurício Martins
Há pais que usam a escola como “depósito” para os filhos. Contudo, a falta de profissionais capacitados, que tenham conhecimento do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), provoca uma série de distorções na solução de conflitos dentro das escolas públicas e privadas. A análise é de Carlos Alberto Carmello Júnior, promotor da Infância e da Juventude do Ministério Público Estadual (MPE) em Santos. Para o promotor, os professores estão angustiados por não saber lidar com alunos que questionam a autoridade dos profissionais em sala de aula. Nesta entrevista, Carmello fala da indisciplina no ambiente escolar e destaca o papel do MPE nesse contexto.
Créditos: Irandy Ribas
Carlos Alberto Carmello Júnior é promotor da Infância e da Juventude do Ministério Público Estadual (MPE) em Santos
Como o senhor avalia hoje a relação entre aluno e professor nas escolas de um modo geral (públicas e privadas)?

Eu acho que existe uma percepção, por parte dos alunos, no sentido de que eles teriam mais liberdade em relação aos professores e à própria escola. Que eles estariam sempre tendo direitos e que estariam, de certa forma, assegurados, mesmo com todos os atos que a escola praticar, eventualmente, contra eles. Os alunos, hoje, diferentemente do passado, têm uma certa dificuldade em reconhecer a autoridade escolar. E tem um outro lado: muitas escolas, talvez por não compreenderem a dinâmica que envolve o Estatuto da Criança e do Adolescente e as Leis de Diretrizes e Bases (da Educação), acabam não tratando o adolescente de forma adequada, não sabendo lidar com situações de indisciplina.

As escolas têm medo de tomar atitudes?

Por várias razões. Existe desde o problema do desconhecimento técnico puro e simples, até algumas escolas que têm medo de perder alunos, no caso das particulares. No âmbito estadual, existem um regimento escolar, regras a serem observadas pelos alunos e pelos professores. De tal forma quem quando acontece um ato de indisciplina, existe um procedimento a ser feito. Mas, muitas vezes, mesmo nas escolas estaduais, isso não acaba acontecendo. Quando o aluno se envolve em um ato de indisciplina, a escola deve fazer alguma coisa. Mas, claro, tem que viabilizar a defesa do aluno, ouvir a voz dele, ele ou os pais têm de ter a oportunidade de se manifestar e, aí sim, a escola adota a postura que lhe parecer mais adequada. Mas as escolas parecem não saber quais são seus poderes e, em contrapartida, os adolescentes não sabem quais são seus limites.

O senhor falou de procedimento a ser observado. Qual seria ele?
A primeira coisa é o regimento interno da escola. O quanto ele está atualizado de forma a garantir ao aluno envolvido em indisciplina a oportunidade de defesa? Em que medida vai haver uma manifestação por um órgão imparcial, não envolvido diretamente no caso? Isso é importante ter, até como fator de segurança para todos os personagens. A comunidade escolar ganha muito com a existência de órgãos que lidem com atos de indisciplina e que tenham a sensibilidade de verificar o que é corriqueiro, do âmbito da própria escola, e o que resvala num comportamento criminoso, num ato infracional, que enseja uma situação policial.

E qual é o papel do Ministério Público nesses conflitos escolares?
Em primeiro lugar, o Ministério Público quer assegurar que as escolas tenham essa forma adequada de tratar o ato de indisciplina. Existem atos de indisciplina que têm de ficar dentro da escola e existem os que ultrapassam os limites da escola e têm de ser levados à delegacia de polícia. O MP quer que as escolas tenham pessoal adequado para fazer essa diferenciação. Uma briga entre dois alunos não necessariamente precisa repercutir na polícia. Se for um episódio corriqueiro, nunca tem que chegar à polícia. A escola tem que ter essa percepção. Para isso, ela tem que contar com equipe adequada, pessoal capacitado na área de Pedagogia.

Quais exemplos de atos dentro da escola devem ser levados ao Ministério Público?

Um adolescente traficando entorpecente dentro da escola, não tenho dúvida nenhuma. Alunos que brigam sistematicamente, com repercussão fora da escola, brigas de gangue. Agora, quando é uma briga entre dois alunos que se desentenderam na (aula de) Educação Física, ainda que um tenha dado um soco na boca do outro, não precisa chegar à polícia, é uma intercorrência escolar.

E nos casos envolvendo aluno e professor, como aconteceu recentemente em uma escola particular de Santos?

Não vou me manifestar a respeito de um caso particular. Mas, quando um aluno chega às vias de fato com a professora ou vice-versa, é um assunto que tem que ser tratado pela Promotoria de Justiça, para se verificar se aquilo aconteceu de forma isolada. Se, eventualmente, a professora fosse culpada, se ela tinha um histórico desse comportamento. O mesmo se aluno fosse culpado. Um aluno que tem esse tipo de comportamento rotineiramente está em situação de risco. O cara que não consegue reconhecer que está dentro de uma sala de aula, perante a autoridade de um professor, e resolve alguma insatisfação escolar pelas vias de fato está em situação de risco por omissão de quem está cuidando dele. É uma intercorrência escolar que casa com a atribuição do Ministério Público. 

Em caso de culpa de um adolescente, os pais seriam responsabilizados?

Os pais detêm o poder familiar. É o poder-dever que todos os pais têm de ministrar aos filhos condições para um desenvolvimento sadio. O poder familiar pressupõe que sejam fornecidas comida, assistência material e moral, que é educar. É dizer para ele que, diante de uma insatisfação, não se pode partir para a violência.

E se a culpa fosse do professor?

Estaríamos diante de uma prestação de serviço educacional por uma pessoa que não está capacitada para fazer isso. Agora, eu vejo os professores numa situação de muita angústia com o que acontece hoje. Seja na escola particular, municipal ou estadual, o professor muitas vezes se vê desrespeitado, sem forças para dominar o alunado que o questiona a todo momento.

Por pagar mensalidade, os alunos das escolas particulares questionam mais os professores?

Não vejo dessa forma. Eu faço uma crítica aos pais: alguns encontram nas escolas um depósito para colocar seus filhos. Então é assim: “Eu me eximo do dever de estar com meu filho colocando ele no melhor colégio particular da Cidade”. Isso existe, infelizmente. É aquele pai que não tem hora para jantar com o filho, nunca almoça com o filho, que pouco ou nada sabe o que ele está estudando. Ele tem apenas a obrigação de pagar a mensalidade. Atribui a responsabilidade de criação para a própria escola. As razões são diversas: vão desde a falta de condição de ser pai e mãe... Algumas pessoas não deveriam ser pai ou mãe.

Qual a importância do projeto de Justiça Restaurativa nas escolas municipais?

Discutimos isso há uns cinco ou seis anos. Nosso Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente deliberou que teríamos Justiça Restaurativa em Santos. O Município, ao invés de buscar esse projeto maior, acabou por formatar um menor, que está sendo implementado agora. A gente louva a iniciativa de fazer alguns projetos que discutam práticas restaurativas nas escolas, mas esse projeto do Município é extremamente tímido na ponte que deve ser feita entre escola e Justiça.

O que o projeto da prefeitura não contempla, por exemplo?
A capacitação dos personagens que vão atuar nas escolas deve pressupor conhecimento envolvendo a dinâmica do ato infracional previsto no ECA, e isso não está no atual projeto. É inconcebível que um profissional que lide com Justiça Restaurativa desconheça a sistemática do instituto da remissão do ECA, que equivale a perdão, que pode ser dado pelo promotor ou juiz. Ou seja, não é realmente querer modificar a estrutura, mas fazer um paliativo. Nós queríamos uma capacitação que levasse quase meio ano. 

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

DISINTEREST IN CLASSROOM

Disinterest in CLASSROOM




For Valdemir Mota de Menezes





A crucial point is that in my view: The student felt the need to solve a problem. The lack of interest in class has been one of the serious problems facing teachers and educators who seek magic formulas, teaching strategies and every possible device to excite students to study. Some methods are better than others, some are more attractive and other boring, but if the student does not feel the need to learn, the teacher arrives at your limit, after all, the teachers think, "Why I'm staying with a consuming student who want nothing, instead of investing in my forces that really want to learn??

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

GINCANA ESCOLAR

Gincana escolar na Escola Vila Mirim de Praia Grande/SP/Brasil, onde o professor de História Valdemir Mota de Menezes participou como jurado. Pequeno vídeo da aparesentação das turmas.
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segunda-feira, 13 de agosto de 2012

PROFESSOR ASSASSINADO POR ALUNO

 Como professor da rede pública municipal sei como os alunos que desrespeita-me em sala de aula, causando-me vexame diante da classe, estão cada vez mais propensos a fazerem barbárie como fizeram com o professor Kássio Vinicius. (Professor Valdemir Mota de Menezes, o Escriba)

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(Eu acuso !)
(Tributo ao professor Kássio Vinícius Castro Gomes)
« Mon devoir est de parler, je ne veux pas être complice. (Émile Zola)
Meu dever é falar, não quero ser cúmplice. (...) (Émile Zola)
Foi uma tragédia fartamente anunciada. Em milhares de casos, desrespeito. Em outros tantos, escárnio. Em Belo Horizonte, um estudante processa a escola e o professor que lhe deu notas baixas, alegando que teve danos morais ao ter que virar noites estudando para a prova subsequente. (Notem bem: o alegado “dano moral” do estudante foi ter que... estudar!).
A coisa não fica apenas por aí. Pelo Brasil afora, ameaças constantes. Ainda neste ano, uma professora brutalmente espancada por um aluno. O ápice desta escalada macabra não poderia ser outro.
O professor Kássio Vinícius Castro Gomes pagou com sua vida, com seu futuro, com o futuro de sua esposa e filhas, com as lágrimas eternas de sua mãe, pela irresponsabilidade que há muito vem tomando conta dos ambientes escolares.
Há uma lógica perversa por trás dessa asquerosa escalada. A promoção do desrespeito aos valores, ao bom senso, às regras de bem viver e à autoridade foi elevada a método de ensino e imperativo de convivência supostamente democrática.
No início, foi o maio de 68, em Paris: gritava-se nas ruas que “era proibido proibir”. Depois, a geração do “não bate, que traumatiza”. A coisa continuou: “Não reprove, que atrapalha”. Não dê provas difíceis, pois “temos que respeitar o perfil dos nossos alunos”. Aliás, “prova não prova nada”. Deixe o aluno “construir seu conhecimento.” Não vamos avaliar o aluno. Pensando bem, “é o aluno que vai avaliar o professor”. Afinal de contas, ele está pagando...
E como a estupidez humana não tem limite, a avacalhação geral epidêmica, travestida de “novo paradigma” (Irc!), prosseguiu a todo vapor, em vários setores: “o bandido é vítima da sociedade”, “temos que mudar ‘tudo isso que está aí’; “mais importante que ter conhecimento é ser ‘crítico’.”
Claro que a intelectualidade rasa de pedagogos de panfleto e burocratas carreiristas ganhou um imenso impulso com a mercantilização desabrida do ensino: agora, o discurso anti-disciplina é anabolizado pela lógica doentia e desonesta da paparicação ao aluno – cliente...
Estamos criando gerações em que uma parcela considerável de nossos cidadãos é composta de adultos mimados, despreparados para os problemas, decepções e desafios da vida, incapazes de lidar com conflitos e, pior, dotados de uma delirante certeza de que “o mundo lhes deve algo”.
Um desses jovens, revoltado com suas notas baixas, cravou uma faca com dezoito centímetros de lâmina, bem no coração de um professor. Tirou-lhe tudo o que tinha e tudo o que poderia vir a ter, sentir, amar.
Ao assassino, corretamente , deverão ser concedidos todos os direitos que a lei prevê: o direito ao tratamento humano, o direito à ampla defesa, o direito de não ser condenado em pena maior do que a prevista em lei. Tudo isso, e muito mais, fará parte do devido processo legal, que se iniciará com a denúncia, a ser apresentada pelo Ministério Público. A acusação penal ao autor do homicídio covarde virá do promotor de justiça. Mas, com a licença devida ao célebre texto de Emile Zola, EU ACUSO tantos outros que estão por trás do cabo da faca:
EU ACUSO a pedagogia ideologizada, que pretende relativizar tudo e todos, equiparando certo ao errado e vice-versa;
EU ACUSO os pseudo-intelectuais de panfleto, que romantizam a “revolta dos oprimidos”e justificam a violência por parte daqueles que se sentem vítimas;
EU ACUSO os burocratas da educação e suas cartilhas do politicamente correto, que impedem a escola de constar faltas graves no histórico escolar, mesmo de alunos criminosos, deixando-os livres para tumultuar e cometer crimes em outras escolas;
EU ACUSO a hipocrisia de exigir professores com mestrado e doutorado, muitos dos quais, no dia a dia, serão pressionados a dar provas bem tranqüilas, provas de mentirinha, para “adequar a avaliação ao perfil dos alunos”;
EU ACUSO os últimos tantos Ministros da Educação, que em nome de estatísticas hipócritas e interesses privados, permitiram a proliferação de cursos superiores completamente sem condições, freqüentados por alunos igualmente sem condições de ali estar;
EU ACUSO a mercantilização cretina do ensino, a venda de diplomas e títulos sem o mínimo de interesse e de responsabilidade com o conteúdo e formação dos alunos, bem como de suas futuras missões na sociedade;
EU ACUSO a lógica doentia e hipócrita do aluno-cliente, cada vez menos exigido e cada vez mais paparicado e enganado, o qual, finge que não sabe que, para a escola que lhe paparica, seu boleto hoje vale muito mais do que seu sucesso e sua felicidade amanhã;
EU ACUSO a hipocrisia das escolas que jamais reprovam seus alunos, as quais formam analfabetos funcionais só para maquiar estatísticas do IDH e dizer ao mundo que o número de alunos com segundo grau completo cresceu “tantos por cento”;
EU ACUSO os que aplaudem tais escolas e ainda trabalham pela massificação do ensino superior, sem entender que o aluno que ali chega deve ter o mínimo de preparo civilizacional, intelectual e moral, pois estamos chegando ao tempo no qual o aluno “terá direito” de se tornar médico ou advogado sem sequer saber escrever, tudo para o desespero de seus futuros clientes-cobaia;
EU ACUSO os que agora falam em promover um “novo paradigma”, uma “ nova cultura de paz”, pois o que se deve promover é a boa e VELHA cultura da “vergonha na cara”, do respeito às normas, à autoridade e do respeito ao ambiente universitário como um ambiente de busca do conhecimento;
EU ACUSO os “cabeça – boa” que acham e ensinam que disciplina é “careta”, que respeito às normas é coisa de velho decrépito,
EU ACUSO os métodos de avaliação de professores, que se tornaram templos de vendilhões, nos quais votos são comprados e vendidos em troca de piadinhas, sorrisos e notas fáceis;
EU ACUSO os alunos que protestam contra a impunidade dos políticos, mas gabam-se de colar nas provas, assim como ACUSO os professores que, vendo tais alunos colarem, não têm coragem de aplicar a devida punição.
EU VEEMENTEMENTE ACUSO os diretores e coordenadores que impedem os professores de punir os alunos que colam, ou pretendem que os professores sejam “promoters” de seus cursos;
EU ACUSO os diretores e coordenadores que toleram condutas desrespeitosas de alunos contra professores e funcionários, pois sua omissão quanto aos pequenos incidentes é diretamente responsável pela ocorrência dos incidentes maiores;
Uma multidão de filhos tiranos que se tornam alunos -clientes, serão despejados na vida como adultos eternamente infantilizados e totalmente despreparados, tanto tecnicamente para o exercício da profissão, quanto pessoalmente para os conflitos, desafios e decepções do dia a dia.
Ensimesmados em seus delírios de perseguição ou de grandeza, estes jovens mostram cada vez menos preparo na delicada e essencial arte que é lidar com aquele ser complexo e imprevisível que podemos chamar de “o outro”.
A infantilização eterna cria a seguinte e horrenda lógica, hoje na cabeça de muitas crianças em corpo de adulto: “Se eu tiro nota baixa, a culpa é do professor. Se não tenho dinheiro, a culpa é do patrão. Se me drogo, a culpa é dos meus pais. Se furto, roubo, mato, a culpa é do sistema. Eu, sou apenas uma vítima. Uma eterna vítima. O opressor é você, que trabalha, paga suas contas em dia e vive sua vida. Minhas coisas não saíram como eu queria. Estou com muita raiva. Quando eu era criança, eu batia os pés no chão. Mas agora, fisicamente, eu cresci. Portanto, você pode ser o próximo.”
Qualquer um de nós pode ser o próximo, por qualquer motivo. Em qualquer lugar, dentro ou fora das escolas. A facada ignóbil no professor Kássio dói no peito de todos nós. Que a sua morte não seja em vão. É hora de repensarmos a educação brasileira e abrirmos mão dos modismos e invencionices. A melhor “nova cultura de paz” que podemos adotar nas escolas e universidades é fazermos as pazes com os bons e velhos conceitos de seriedade, responsabilidade, disciplina e estudo de verdade.
Igor Pantuzza Wildmann
Advogado – Doutor em Direito. Professor universitário

terça-feira, 31 de julho de 2012

AULAS PELIGROSAS

Soy un profesor de historia de los estudiantes de primaria para el octavo año y el nuevo en la escuela pública en la ciudad de Praia Grande, y reconocer que la violencia estudiantil va en aumento y que la culpa debe ser compartida entre los padres, el gobierno, el propio estudiante, los los medios de comunicación y el espíritu de la época, además de las fuerzas del mal cuando se acercan al final de los tiempos, tendrá más libertad para operar entre los hombres (Scribe comentario Valdemir Mota de Menezes)